quem
sou

Marido, pai, geólogo, professor, pesquisador

da Amazônia, atleta de endurance e autor.

Na verdade eu sou um estudioso, um aprendiz, um leitor, um ser amoroso e disciplinado.

Sendo assim, obtive diplomas de geólogo, mestre, doutor, professor e tornei-me um triatleta.

Entre a ciência, a família e o esporte, sigo aprendendo que a vida também se constrói nas escolhas de todos os dias.

Eu nunca imaginei que um dia aquela criança se tornaria um escritor.

Cresci em uma família em que estudar sempre foi uma obrigação. Ainda guardo a lembrança da formatura do ABC, simples como eram muitas coisas naquela época, mas cercada de um significado enorme.

Curiosamente, Comunicação e Expressão estava entre as matérias com que eu mais tinha dificuldade na escola. Foi por meio das aulas de redação que comecei a aprender a língua portuguesa de outra maneira: escrevendo, errando, analisando e tentando novamente.

Anos depois, tornei-me professor universitário, publiquei centenas de artigos científicos e passei também a ensinar redação científica na pós-graduação da UFPA.

E aquela criança que nunca imaginou ser escritora começou a transformar experiências, pesquisas e histórias de vida em livros.

Com o tempo, aprendemos o que realmente merece nossa presença.

A família

Sou marido e pai de três. E, como acontece com tanta gente, durante muitos anos precisei aprender a conciliar trabalho, compromissos, viagens, projetos, sonhos pessoais e a vida que acontecia dentro de casa.

Hoje entendo com mais clareza que estar presente também é uma escolha.

Entre tantas coisas que a maturidade me ensinou, uma delas foi reorganizar prioridades: saúde, família e trabalho. Nessa ordem.

Não porque o trabalho tenha perdido importância, mas porque passei a compreender melhor o lugar que ele deve ocupar dentro de uma vida inteira.

Esporte e constância

Entre trabalho, família e universidade, encontrei no esporte um espaço para cuidar da saúde e de mim.

Vieram a natação, o ciclismo, a corrida e, com eles, uma nova forma de organizar o tempo e encarar meus próprios limites. Aos 48 anos, completei meu primeiro Ironman. Aos 53, o Ultraman UB515. Mas as maiores mudanças aconteceram antes das linhas de chegada: nos treinos, na disciplina diária e na constância de continuar mesmo quando não era fácil.

Constância diária

Aprendi que motivação não aparece todos os dias. É a constância que sustenta o cuidado, o treino e as escolhas.

O que fica pelo caminho

As medalhas marcam conquistas, mas o que permanece são os treinos, os limites e as amizades.

Minha formação é em Geologia e construí minha trajetória entre o ensino, a pesquisa e diferentes experiências profissionais.

Sou professor titular da UFPA e pesquisador da Amazônia, com atuação em geologia costeira, sensoriamento remoto, manguezais e transformações ambientais. Ao longo desse caminho, também participei de projetos ligados aos setores de mineração, óleo e gás e da formação de novos pesquisadores.

A ciência continua sendo, para mim, uma forma de observar, compreender e aprender.

Formação

Trajetória

plugins premium WordPress
Scroll to Top